O Estado não faz ideia de quantos edifícios públicos estão preparados para receber pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. O Governo vai fazer um diagnóstico no prazo de um ano, mas deixa os privados de fora, escreve o Jornal de Notícias.

O Estado deveria ter procedido, desde 2006, ao levantamento periódico do grau de acessibilidade dos imóveis públicos a pessoas com deficiência e mobilidade reduzida, mas nunca o fez. A entidade que ficou responsável por esse levantamento, a Direcção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais (DGEMN), foi extinta seis meses após a publicação do diploma que exigia o referido levantamento e essa responsabilidade ficou esquecida, escreve esta manhã o Jornal de Notícias.

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