10% das empresas destes setores não geram receitas para manter a atividade. Vivem à custa do crédito. Os PER arrastam problema, diz a AECOPS

Mais de 10% das empresas portuguesas de construção e serviços são empresas zombie, ou seja, “sem viabilidade económica” e “com muito baixa produtividade”, e que “minam o crescimento” da economia. Os dados são do estudo Empresas Zombie em Portugal – Os setores não transacionáveis a construção e dos serviços, da responsabilidade do Gabinete de Estratégia e Estudos do Ministério da Economia e Inovação. Em causa estão mais de 7500 empresas, que vão da construção e imobiliário, até ao comércio, reparação automóvel e serviços de distribuição de água e gestão de resíduos. Os dados dos últimos dois anos parecem indicar que há uma “inversão de tendência”, pós crise, mas Gabriel Osório de Barros, um dos autores do trabalho, acredita que “ainda é cedo para tirar ilações”.

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