O projeto de lei vai ser apresentado e discutido na próxima sexta-feira na Assembleia da República, juntamente com as propostas do BE, do PCP e do CDS. António Costa e Fernando Medina já criticaram a proposta.
O projeto de lei vai ser apresentado e discutido na próxima sexta-feira na Assembleia da República, juntamente com as propostas do BE, do PCP e do CDS. António Costa e Fernando Medina já criticaram a proposta.
Das 25 maiores empresas que existiam há dez anos, apenas sete sobreviveram. Destas, há duas que estão em processo de recuperação e uma é espanhola. A quebra na produção do sector atingiu 43% em 10 anos
Crescimento do turismo ajuda a complicar as contas da mão de obra na construção
Gilberto Rodrigues, ex-responsável pela Mota Engil Africa, presente no sector da construção desde 1994, hoje presidente da Elevo, diz que a sua empresa tem os melhores rácios económicos do mercado.
O Sindicato da Construção quer melhores condições de trabalho no setor, nomeadamente ao nível dos salários, já que a construção está a ter um papel fundamental na retoma do crescimento económico.
O IMI é o imposto municipal sobre o valor patrimonial tributário dos imóveis rústicos e urbanos situados no território português e constitui receita dos municípios onde os mesmos se localizam.
Dita a regra que este imposto incida sobre todos os prédios rústicos e urbanos, no entanto encontram-se previstas na lei algumas exceções, nos termos das quais pode ser reduzida a taxa aplicável ou, em alguns casos, ser mesmo declarada a isenção (cf., a título exemplificativo, o artigo 44.º do Estatuto dos Benefícios Fiscais).
Portugal obteve nota máxima na prevenção do branqueamento de capitais, mas as obrigações são cumpridas de forma muito desigual. O sector não financeiro regista muitas falhas, o que é mais preocupante no imobiliário e entre advogados e consultores, diz o GAFI, o organismo que supervisiona estas matérias.
A imobiliária Estia SGPS, detida em 50% pelos irmãos Carlos e Jorge Martins (accionistas da Martifer) e que aderiu ao PER com um passivo de 110 milhões de euros, será contemplada com um perdão de 36% pelo seu principal credor e só começará a pagar o que deve daqui a 10 anos.
A Autoridade da Concorrência volta a enumerar alguns dos sectores prioritários na sua linha de actuação para 2018.
No turismo, a tendência tem sido de subida a dois dígitos e a perspectiva para 2018 é que os números de 2017 sejam ultrapassados. No imobiliário, os empreendimentos turísticos e centros comerciais podem protagonizar as grandes operações no próximo ano.